Imagem por:Lucas Leal/Canal 38

Uma colisão entre um carro e uma motocicleta foi registrada na tarde desta segunda-feira (02), na Avenida Minas Gerais, quase no entroncamento com a Central do Paraná (Pontilhão), sentido Arapongas, em Apucarana.

De acordo com as informações apuradas no local, um jovem de 19 anos, que conduzia a motocicleta, colidiu na lateral de uma caminhonete VW Amarok.

O motorista da Amarok relatou que seguia no sentido Arapongas, pelo lado esquerdo da pista, quando sentiu um forte impacto do lado direito do veículo. Segundo ele, o motociclista teria, a princípio, se perdido na via e acabou atingindo a lateral da caminhonete.

Equipes do Siate, do Corpo de Bombeiros, prestaram atendimento ao jovem, que apresentava suspeita de fratura na clavícula e um ferimento corte-contuso (FCC) na região do crânio. Após regulação médica via Samu, ele foi encaminhado ao Hospital da Providência para avaliação e atendimento especializado.

A motocicleta foi retirada do local antes da chegada das equipes de socorro.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou o boletim de ocorrência.

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Imagem por:Jonatam Battista/ Canal 38

A Autarquia Municipal de Saúde (AMS) de Apucarana, em conjunto com os Programas de Residência na Área da Saúde, realizou nesta segunda-feira (02), no Auditório da OAB – Subseção Apucarana, a cerimônia de recepção dos novos profissionais residentes.

O evento contou com Aula Magna ministrada pela professora, pesquisadora e palestrante Célia Regina Rodrigues Gil, com o tema “SUS: uma escolha”.

Ao todo, 51 novos residentes ingressam neste ano nos programas ofertados pelo município, somando-se a outros 53 que já estão no segundo ano de formação. Os profissionais atuarão em diversas áreas da rede municipal de saúde.

Polo de formação

A coordenadora da Comissão de Residências Multiprofissionais, Adriana Prestes do Nascimento, destacou que Apucarana já é referência na formação em saúde.

“Apucarana é uma cidade privilegiada. Hoje já é um polo de formação na área da educação e da saúde. Temos programas de residência em Medicina de Família e Comunidade, Dermatologia, Atenção Básica, Enfermagem Obstétrica e Saúde Mental. Todos os anos recebemos entre 51 e 53 novos profissionais, que permanecem aqui de dois a três anos”, explicou.

Segundo ela, a residência é considerada padrão ouro na pós-graduação em saúde.

“Cerca de 80% da carga horária é prática, realizada nas unidades de saúde, CAPS, hospitais e em toda a rede de atenção. É uma formação diretamente ligada ao serviço, que qualifica o profissional para atender melhor a nossa população.”

Adriana também ressaltou que os residentes são selecionados por meio de exame nacional organizado pela Fundação Getúlio Vargas, com candidatos de várias regiões do país.

“Temos profissionais de Roraima, Amazonas, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Distrito Federal, além do Paraná. Isso mostra a credibilidade do nosso programa.”

Formação e fortalecimento do SUS

O vice-prefeito de Apucarana, Marcos da Vila Reis, enfatizou a importância do momento para o município e para o fortalecimento da rede pública.

“É um momento muito importante. São 51 novos residentes que ingressam este ano, além dos que já estão no segundo ano. São profissionais de enfermagem, odontologia, medicina, fisioterapia, educação física e outras áreas que vão viver, na prática, aquilo que escolheram para a vida”, afirmou.

Ele explicou que a residência é o momento em que o profissional coloca a formação acadêmica em prática.

“Eles passam a atuar nas UBS, hospitais e demais serviços. É quando colocam a mão na massa, cuidam das pessoas e desenvolvem sua vocação no dia a dia. Isso fortalece o atendimento em Apucarana.”

O vice-prefeito também lembrou que o município investe na formação desde 2014 e destacou a expectativa de que os novos profissionais permaneçam na cidade.

“Recebemos residentes de várias regiões do Paraná e do Brasil. Esperamos que eles se encantem por Apucarana e fiquem aqui, porque precisamos desses profissionais na nossa rede.”

SUS como escola e escolha

Durante a Aula Magna, a professora Célia Regina Rodrigues Gil fez um panorama histórico da construção do Sistema Único de Saúde (SUS), desde o período anterior à Constituição de 1988 até os desafios atuais.

“Apresentei aos residentes a trajetória de construção do SUS, a luta da saúde pública, os avanços conquistados e os desafios que enfrentamos hoje, tanto no mundo do trabalho quanto na educação”, explicou.

Com ampla experiência na área, Célia se definiu como militante do SUS.

“Mais do que qualquer titulação, eu me considero uma militante do Sistema Único de Saúde. Vivi os processos e isso nos permite compreender não só a teoria, mas como ela se concretiza na prática, no cotidiano dos serviços.”

Ela destacou o papel estratégico da residência como ponte entre formação e serviço.

“O residente aprende, mas também ensina. Ele questiona práticas, rediscute processos e ajuda a reavivar a qualidade do SUS. É uma construção coletiva entre profissionais e estudantes.”

Para a professora, o SUS é também um grande espaço de formação.

“Eu costumo dizer que o SUS não é só uma escolha, é uma escola. Todos os espaços de cuidado — seja uma unidade básica, uma UPA ou um hospital — são campos de aprendizado.”

Célia reforçou ainda que o SUS é a maior política pública do país e precisa ser defendido pela população.

“É o único país com um sistema dessa envergadura. Temos avanços como a distribuição de medicamentos, insulina, tratamento para hipertensão. A população precisa se apropriar do SUS e defendê-lo. Estamos juntos para melhorar cada vez mais o nosso sistema.”

A cerimônia marcou oficialmente o início das atividades dos novos residentes, reforçando o compromisso da AMS com a qualificação profissional e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde em Apucarana.

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Imagem por:ALLEP: Deputado Arilson Chiorato afirma que autistas e PCDs têm direito a isenção da tarifa de pedágio por lei

O deputado estadual Arilson Chiorato (PT) protocolou um requerimento solicitando providências da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) quanto ao cumprimento da isenção de tarifa de pedágio para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e pessoas com deficiência (PCDs). O pedido, encaminhado nesta segunda-feira (03), tem por objetivo assegurar o direito previsto por lei em todas as regiões do Paraná.

As tarifas de pedágio já começaram a ser cobradas em alguns trechos de rodovias, que foram pedagiadas, e tem gerado preocupações. No documento, o parlamentar, líder da Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), afirma que o mandato foi procurado dezenas de vezes por familiares e por pessoas com TEA e PCDs, relatando insegurança e dúvidas quanto à cobrança de pedágio.

A Associação de Familiares e Autistas de Mandaguari (AFAM), que representa famílias de autistas do município, é um exemplo. Segundo a presidente, Josiane Pires Viana, pais estão preocupados, pois diariamente precisam passar pelo trecho onde será instalada a praça de pedágio, entre Mandaguari e Marialva. O ponto de cobrança deverá ser automático, sem as tradicionais cancelas. “Diariamente, dezenas de pais precisam levar os filhos para fazer tratamentos, consultas e terapias multidisciplinares em Maringá”, comenta.

Ainda segundo Josiane, a associação tomou conhecimento, através da imprensa local, de uma nota sobre a isenção de tarifas. “Recebemos a informação que as isenções tarifárias estariam previstas somente para veículos oficiais e de emergência, bem como para motocicletas e triciclos. É importante lembrar que pessoas autistas, pessoas com deficiência, assim como pessoas com doenças graves, têm direito a isenção. Precisamos de uma resposta oficial da concessionária, até para fazermos o cadastramento dos veículos que são usados para esse fim”, ressalta a presidente da AFAM.

O deputado Arilson observa que a isenção a autistas e PCDs é garantida tanto por lei estadual quanto federal. “Seja uma eventual cobrança indevida ou a criação de obstáculos ao direito à isenção pode configurar ilegalidade e até crime contra a economia popular, além de sujeitar a concessionária a sanções por parte da agência reguladora”, sublinha o parlamentar, que também preside o PT-PR.

Ainda de acordo com o deputado a legislação estadual dispõe das leis nº 18.537/2015 e nº 19.965/2019, além da Lei Federal nº 13.146/2015, que também assegura o benefício. “Estamos acompanhando esse processo para que direitos não sejam desrespeitados”, afirma.

PEDIDOS À ANTT – No pedido encaminhado à ANTT, o deputado Arilson solicita a garantia do cumprimento das leis vigentes; a comunicação imediata de eventuais irregularidades ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e ao Procon/PR; o envio de informações ao Ministério Público Federal no Paraná; além da realização de reunião pública com representantes da concessionária, da ANTT, do DER e do mandato parlamentar para esclarecimentos e formalização de compromisso quanto ao respeito aos direitos das pessoas com deficiência e com Transtorno do Espectro Autista.

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Imagem por: Defesa Civil

Base de dados única com informações regionais vai orientar a elaboração do Plano Estadual de Gerenciamento de Riscos aos Eventos Climáticos Extremos.

Nos últimos cinco anos o Paraná registrou eventos severos em Prudentópolis, Ipiranga, União da Vitória, Dois Vizinhos e Rio Bonito do Iguaçu. Chuvas intensas, tempestades, enxurradas e um tornado provocaram a morte de cinco pessoas e afetaram mais de 90 mil

O Governo do Paraná realizou nesta segunda-feira (2) a primeira reunião do Comitê Permanente de Governança Climática. A atividade do comitê será voltada à gestão de ações que visam prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação de eventos climáticos extremos.

Formado por representantes da Casa Civil, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil (Cedec), do Simepar, do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) e do Instituto Água e Terra (IAT), o grupo também será responsável pela elaboração do Plano Estadual de Gerenciamento de Riscos aos Eventos Climáticos Extremos.

Nos últimos anos o Paraná registrou alguns eventos extremos que levaram a decretos de calamidade pública. Chuvas intensas, tempestades, enxurradas e tornados afetaram mais de 90 mil pessoas.

O Estado discute agora formas de ampliar a capacidade de atuar de forma articulada por meio da integração de dados, informações técnicas e estratégias operacionais entre diferentes áreas do governo. “Esse comitê tem natureza técnica, consultiva e propositiva. Vamos trabalhar no diagnóstico e em ações práticas. Essas secretarias já trabalham nessa área e vamos aperfeiçoar essa integração de dados climáticos, de solo, geologia e hidrologia. Esse será um espaço permanente de articulação para consolidar essas informações e o planejamento”, destacou o coordenador executivo da Defesa Civil, coronel Ivan Fernandes.

“O comitê vai potencializar o planejamento e a capacidade de resposta e principalmente a prevenção e a preparação aos eventos climáticos extremos. Essa gestão de dados proporcionará ao Estado informações importantes para a tomada de decisões”, complementou o chefe do Centro Estadual de Desburocratização da Casa Civil, Jean Puchetti Ferreira.

Sob a coordenação da Defesa Civil Estadual, o comitê terá reuniões periódicas, com a participação de ao menos um representante de cada secretaria ou órgão. Entre as próximas atividades previstas estão a articulação com instituições públicas e privadas, a emissão de recomendações técnicas e a criação de grupos específicos para aprofundamento de temas relacionados à governança climática.

Outro ponto central é o fortalecimento da integração entre o monitoramento meteorológico e as ações de Defesa Civil, permitindo maior agilidade na análise de cenários, emissão de alertas e coordenação das respostas aos eventos extremos. “Vamos melhorar o apoio aos municípios e à população como um todo”, disse Rafael Andreguetto, diretor de Políticas Ambientais da Sedest.

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Imagem por: Ricardo Ribeiro/AEN

A ação integra o programa Paraná Amigo da Pessoa Idosa e está em execução inicial em 20 municípios, com implantação gradual. Iniciativa do Governo do Estado prevê pagamento mensal de R$ 810,50, valor equivalente a meio salário mínimo nacional.

Familiares que cuidam de pessoas idosas no Paraná já podem solicitar o auxílio financeiro do projeto Bolsa Cuidador Paranaense, iniciativa do Governo do Estado que prevê pagamento mensal de R$ 810,50, valor equivalente a meio salário mínimo nacional. A ação integra o programa Paraná Amigo da Pessoa Idosa e está em execução inicial em 20 municípios, com implantação gradual, desde o fim do ano passado.

Segundo a Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi), nesta primeira etapa cada uma das cidades participantes recebe 15 bolsas, totalizando 300 auxílios. Atualmente, 141 cuidadores já recebem o benefício, e a ampliação do projeto poderá ocorrer conforme a demanda e a organização da oferta no Estado.

O projeto atende moradores de Araucária, Cascavel, Cianorte, Colombo, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Guarapuava, Guaratuba, Irati, Ivaiporã, Londrina, Marechal Cândido Rondon, Marialva, Palmeira, Pato Branco, Ponta Grossa, Prudentópolis, São Mateus do Sul, Toledo e União da Vitória.

CRITÉRIOS – Para participar, a pessoa cuidadora precisa ter 18 anos ou mais, morar na mesma residência da pessoa idosa, manter o cadastro atualizado no CadÚnico e ter renda familiar de até um salário mínimo por pessoa. Já a pessoa idosa deve comprovar fragilidade clínico-funcional, estar cadastrada no CadÚnico e não pode estar institucionalizada, como em abrigo ou casa de repouso.

A concessão da Bolsa Cuidador Familiar pode ser interrompida em situações como morte da pessoa idosa, desistência formal do cuidador ou casos de negligência, conforme critérios do programa.

CADASTRO – Nesta segunda-feira o Governo do Paraná lançou o cadastro do Cuidador Paranaense. A ferramenta vai mapear e identificar quem são as pessoas que exercem o cuidado no Estado, permitindo a criação de um banco de dados oficial que subsidiará políticas públicas e ampliará o alcance da Bolsa Cuidador Familiar. Os cuidadores já podem se cadastrar no site.

O anúncio foi feito durante a abertura do III Seminário Paraná Amigo da Pessoa Idosa, que reúne especialistas nacionais e internacionais para discutir cooperação técnica, boas práticas e estratégias voltadas ao envelhecimento da população.

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Encontro ocorreu no dia 23 de fevereiro, no auditório do Paço Municipal

Arapongas promoveu uma capacitação para as famílias beneficiárias do Programa “Caixa d’Água Boa” no dia 23 de fevereiro. Participaram do treinamento a equipe técnica e representante da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS).

Ao todo, 33 pessoas estão aptas a integrarem o programa após a fase de seleção e análise documental e serão contemplados com uma caixa d’água nova. Aos beneficiários que não puderam comparecer na capacitação presencial, será entregue material orientativo de instalação.

Nas próximas etapas, acontecerão a entrega dos materiais e acompanhamento pelos técnicos municipais das instalações desses equipamentos. A iniciativa visa contribuir com a saúde e a qualidade de vida de famílias em situação de vulnerabilidade social, fornecendo materiais e recursos financeiros para a instalação de reservatórios domiciliares de água.

COMO FUNCIONA
O “Caixa d’Água Boa” acontece em parceria entre o Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Prefeitura Municipal de Arapongas através das Secretarias Municipal de Assistência Social e Obras, Transportes e Desenvolvimento Urbano, a fim de promover o bem estar e a melhoria da qualidade de vida da população araponguense.

As famílias beneficiadas selecionadas são acompanhadas pelos equipamentos socioassistenciais e estão inseridas no Cadastro Único, com cadastro atualizado. Podem ser beneficiadas aquelas que estão cadastradas em programas sociais, com renda de meio salário mínimo por pessoa, sem caixa-d’água instalada no imóvel e em cidade atendida pela Sanepar.

Pelo convênio, a Sanepar fica responsável por fornecer um reservatório com capacidade para armazenar 500 litros de água, pilares de sustentação em madeira tratada e peças de montagem, enquanto as prefeituras são responsáveis pela seleção das famílias, armazenamento e entrega dos kits.

Além de fornecer os conjuntos completos, a Sanepar promove reuniões comunitárias com os selecionados para orientar sobre a instalação correta e segura do reservatório. As famílias ainda recebem uma ajuda financeira de R$ 1 mil da Sedef, a fim de custear a instalação do equipamento. A família tem 60 dias para fazer o serviço depois do recebimento do auxílio. Depois desse período, as equipes da Sanepar e da prefeitura voltam ao imóvel para atestar a regularidade.

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Competição reúne nove modalidades de lutas e acontecerá no dia 16 de maio no Ginásio da Secretaria; inscrições vão até 08 de maio

A 2ª Edição do Arapongas Combate está com inscrições abertas até 08 de maio. Com realização da Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Esporte, a competição está marcada para o dia 16 de maio, no Ginásio da Secretaria de Esporte (antigo Sesi).

O evento servirá como seletiva oficial para o Paraná Combate, competição de nível estadual que reúne os melhores atletas do Paraná nas artes marciais. Os campeões garantirão vaga para representar o município na etapa estadual.

Serão disputadas nove modalidades, nos naipes masculino e feminino: Boxe, Kickboxing, Muay Thai, Jiu Jitsu, Karatê, Kung Fu, Capoeira, Taekwondo e Wrestling. A diversidade de estilos e categorias promete um espetáculo completo para os amantes das lutas.

As inscrições já estão abertas e vão até o dia 08 de maio. Mas atenção: a participação é restrita a atletas que possuam vínculo comprovado com o município de Arapongas.

O secretário de Esporte, Altair Sartori, destacou a expectativa positiva para este ano, baseada no sucesso da estreia do evento. “Já na primeira edição, a adesão das academias de lutas e atletas foi excelente. Tivemos um nível técnico muito alto e uma grande participação da comunidade.

Para 2026, a expectativa é ainda maior”, relata.
Para obter informações detalhadas sobre o regulamento e como proceder com a inscrição, os interessados devem contatar diretamente o professor Alcídio pelo telefone: (43) 99609-9882.

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Ajude a financiar projetos sociais que promovem mais dignidade, qualidade de vida e respeito

Parte do Imposto de Renda (IR) dos contribuintes pode se transformar em solidariedade por meio de doações para o Fundo Municipal do Idoso de Arapongas. A iniciativa ajuda a financiar projetos sociais que promovem mais dignidade, qualidade de vida e respeito a este público.

Podem doar tanto Pessoas Físicas (até 6% do IR devido, no modelo completo); e Pessoas Jurídicas (até 1% do IR devido – lucro real).
Os dados para doação são:

FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO
Banco do Brasil
CÓDIGO: 001
AGÊNCIA: 0359-X
CONTA CORRENTE: 64.585-0
CNPJ: 28.524.914/0001-70

Depois de efetuar a doação, encaminhe cópia do recibo e dados pessoais (nome completo, CPF e telefone) para o e-mail do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (COMDI) comdi@arapongas.pr.gov.br para emissão do recibo.

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