Foto: Canal 38

03/05/2022

Conforme a denúncia do Ministério Público (MP), réu estava preso por matar um deficiente físico suspeito de estuprar uma menina de 7 anos

Em sessão do Tribunal do Júri realizada nesta terça-feira (3), no Fórum Desembargador Clotário Portugal, em Apucarana, o réu Gilvan Rodrigues da Silva Júnior, de 23 anos, foi condenado a 16 anos e 5 meses de reclusão em regime fechado por matar e decapitar Luciano Aparecido de Pontes, de 29 anos. O crime foi filmado e teria a participação de outras pessoas. 

De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), Gilvan, junto com outras pessoas, decapitou Luciano Aparecido de Pontes, de 29 anos, que morava no Residencial Sumatra II e era deficiente físico. Luciano foi acusado de estuprar uma menina de 7 anos. 

Ele acabou decapitado em 11 de abril de 2017, na Estrada do Xaxim, na zona rural de Apucarana, e o crime gerou grande repercussão, pois o ato foi filmado e as imagens circularam em redes sociais e grupos de aplicativos por celular.

O crime foi esclarecido pela Polícia Civil, depois que o corpo de Luciano foi encontrado na região da na Estrada do Xaxim, com várias facadas e decapitado. Segundo informações, a cabeça da vítima estava a mais de 10 metros do corpo, no meio mato. Um facão foi apreendido por policiais no local do assassinato.

Foto: Canal 38

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