18/03/2020

O Judiciário aceitou a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), na terça-feira (17), contra o apucaranense Flávio Campana,de 40 anos, que agora pode ser condenado a mais de 30 anos de prisão.

Ele foi preso na Barra Funda, em Apucarana, e é acusado pelo MP- PR de matar e estuprar a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a Magó”, de 25 anos. O corpo de Magó foi achado do dia 26 de janeiro, na Cachoeira Massambani, na zona rural de Mandaguari. Campana também teve a prisão temporária convertida para preventiva (tempo indeterminado).

Flávio Campana foi denunciado pela Promotoria por homicídio com três qualificadoras – feminicídio, meio cruel e para assegurar impunidade por outro crime e também pelos crimes estupro e ocultação de cadáver.

Ele chegou a dizer em um de seus depoimentos à polícia que teria mantido relações sexuais de forma consensual com a vítima e negou ser o autor do assassinato.

Mas polícia não tem dúvidas sobre a participação de Campana no abuso e morte de Magó, pois material genético coletado no corpo da vítima é compatível com o DNA dele, como ratificou o resultado dos exames feitos pelo Instituto Médico Legal (IML). Campana permanece preso em unidade carcerária de Maringá.

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