15/05/2020

Foragido, que usava documento falso e tentou derrubar duas motocicletas da PRF, responderá por tentativa de homicídio.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na tarde desta sexta-feira (15) um homem procurado pela Justiça que, durante a abordagem, tentava se passar pelo primo, com um documento falsificado. Ele tentou fugir por cerca de 25 quilômetros antes de ser alcançado e contido.

Por volta das 15h30, agentes da PRF abordaram uma caminhonete Chevrolet S10 na BR-376, em Sarandi. O veículo tinha placas de São José dos Pinhais e era conduzido por um homem de 33 anos.

Durante a abordagem, o homem apresentou uma carteira de habilitação, que, após consulta aos sistemas, os policiais descobriram que pertencia, na verdade, a um primo dele.

Ao perceber que os agentes desconfiaram do documento, o homem deu início a uma tentativa de fuga em alta velocidade, no sentido Mandaguari.

Durante a fuga, ainda no perímetro urbano de Sarandi, o homem ameaçou veículos e pedestres com manobras arriscadas, com a clara intenção de provocar um acidente. Durante todo o percurso, a caminhonete era seguida por duas motocicletas da PRF, com sinais sonoros e luzes de emergência.

Mais à frente, em Marialva, ele acionou bruscamente os freios da caminhonete, parou sobre a rodovia e engatou marcha à ré, com o objetivo claro de derrubar as duas motocicletas da PRF.

Sem conseguir atingi-las, e agora com um dos pneus da caminhonete estourados, o homem reiniciou a fuga. Ele atravessou a praça de pedágio de Mandaguari em alta velocidade, estourando uma das cancelas. Também desobedeceu as ordens de parada outros agentes da PRF, que o aguardavam na unidade operacional.

Após acessar a rodovia estadual PR-444, com o reforço de outras equipes da PRF, o homem finalmente foi abordado.

Descobriu-se então que ele tentava se passar por um primo, para esconder a sua real identificação. Contra ele há um mandado de prisão expedido pela Justiça do Estado de São Paulo.

O homem foi preso em flagrante por uso de documento falso, tentativa de homicídio contra policiais rodoviários federais, direção perigosa, desacato, desobediência e resistência à prisão.

Os agentes da PRF encaminharam o preso à Delegacia da Polícia Federal em Maringá, para a lavratura do flagrante e posterior comunicação da recaptura ao sistema prisional paulista.

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