16/02/2021

O vereador Lucas Leugi fez duras críticas ao presidente da Câmara de Vereadores de Apucarana, ao presidente Franciley Preto Godoi, o Poim, após o final da 2ª sessão ordinária da Casa em 2021, realizada na tarde da última segunda-feira (15).

Poim inclusive encerrou a sessão abruptamente, ignorando um pedido de Lucas Leugi para usar a palavra. Por conta disso, foi “taxado” de “coronel” por Leugi, que concedeu entrevista ao Canal 38 na qual disse que a arbitrariedade do presidente da Câmara tem um objetivo bem claro: barrar a presença da população e de pessoas ligadas à oposição, como os integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) nas sessões da Casa, bem como permitir o livre acesso a gente da situação, do grupo político do prefeito Júnior da Femac. O vereador Lucas Leugi inclusive solicitou a Poim para que dois secretários municipais presentes no local durante a sessão se retirassem do plenário.

Lucas Leugi argumentou que se a população e o pessoal do MBL não podem assistir a sessão no plenário da Câmara, os dois secretários também não poderiam estar lá e foi contundente ao chamar Poim de “coronel”, salientando que o presidente do Legislativo Municipal tem se mostrado antidemocrático desde o início de sua gestão. “O presidente Poim é arbitrário, ele é confuso, muitas vezes a gente não entende as decisões que ele toma. Primeiro tomou uma decisão no dia 5 junto com a mesa diretora para que não tivesse público nas sessões e depois, no dia 8, convidou os agricultores do Pirapó para participarem de uma sessão. Então ela fala uma coisa e faz outra. Assim conduz a sessão com muita arbitrariedade, é coronel, coronel Poim, porque na verdade aqui na sessão, quando a gente fala o que ele não quer escutar, ele proíbe a gente de falar. Essa é a postura do coronel Poim, é assim que ele se posiciona. Ele quer cercear a entrada do povo apucaranense nas sessões”, disse o vereador, entre outras afirmações contundentes. (Veja a entrevista completa de Lucas Leugi em vídeo do Canal 38).

Pelo jeito, a arbitrariedade, que já foi marca registrada na Câmara de Apucarana em uma época em que o município ganhou notoriedade negativa nacionalmente por conta de escândalos de corrupção, voltou com força total à Casa de Leis.

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