19/05/2021

Após tomar conhecimento de matéria divulgada na quinta-feira (13) no Portal 38 News (Falsa enfermeira pode ter aplicado soro ao invés de vacina e desviado doses em Apucarana), o presidente da Comissão Especial para Examinar o Cumprimento da Ordem de Vacinação contra a COVID-19 da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, deputado Delegado Francischini, encaminhou ofício ao prefeito de Apucarana, Júnior da Femac, solicitando informações e documentos sobre as denúncias referentes a “afronta” à ordem de vacinação e a contratação de “enfermeira voluntária” não regular no Conselho Regional de Enfermagem.

“Tendo em vista a gravidade do caso solicitamos a documentação referente à contratação da servidora para aplicação de vacinas, as datas e locais onde houve a aplicação de vacina por parte da funcionária e a relação de pessoas que foram vacinadas nas mesmas datas”, diz trecho do ofício encaminhado pelo deputado Delegado Francischini.

O assunto ainda está gerando muita polêmica em Apucarana e até um áudio da suposta falsa enfermeira oferecendo vacina para ser aplicada em sua casa está circulando no WhatsApp.

Conforme informações, a AMS não poderia concordar com o trabalho voluntário da falsa enfermeira, pois o estatuto dos servidores públicos municipais veda isso expressamente: Lei Complementar 01/2011 – Art. 3º. O servidor público exercerá as atribuições do cargo público em que for provido, exceto quando designado para exercer cargo de provimento em comissão, função gratificada ou para integrar comissão ou grupo de trabalho, na forma da lei. Parágrafo único – É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei.

Outro questionamento da Assembleia Legislativa em relação à vacinação em Apucarana diz respeito a supostos casos de “fura fila” por parte de servidores públicos, incluindo um caso que supostamente envolve uma pessoa ligada à Câmara de Vereadores.

 

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