15/07/2020

Pensando na difícil situação que os pequenos empresários se encontram, o deputado federal Diego Garcia (Podemos-PR), agora vice-líder do governo Bolsonaro, encaminhou solicitação ao Ministro da Economia Paulo Guedes sugerindo a ampliação dos programas de empréstimo a micro e pequenas empresas do Brasil, em decorrência da pandemia do Covid-19.

A vice-liderança do governo do presidente Jair Bolsonaro agora tem um deputado do Paraná. O administrador de empresas e deputado federal Diego Garcia (Podemos-PR) assumiu a função no lugar Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO). A orientação do governo não é por escolhas partidárias, pois o Podemos não pertence ao Centrão, sendo um partido independente.

Diego Garcia está no seu segundo mandato como deputado federal e participa da Frente Parlamentar Evangélica. É presidente das frentes parlamentares de Doenças Raras e em Defesa da Vida e da Família, além de titular da Comissão de Constituição e Justiça.

O deputado Diego Garcia inicia sua tarefa como vice-líder pleiteando a ampliação dos programas de empréstimo a micro e pequenas empresas do Brasil. O parlamentar encaminhou a solicitação ao Ministério da Economia nesta terça-feira (14).

Conforme o parlamentar, mesmo antes da pandemia, as micro e pequenas empresas já encontravam dificuldade para conseguir crédito. Com as vendas e o faturamento em queda, elas não conseguem antecipar recebíveis e passam a pedir empréstimos. Portanto, parte do capital de giro se transforma em demanda por crédito.

Pensando na difícil situação que os pequenos empresários se encontram, o deputado encaminhou, solicitação ao Ministro da Economia Paulo Guedes sugerindo a ampliação dos programas de empréstimo a micro e pequenas empresas do Brasil, em decorrência da pandemia do Covid-19.

Garcia destacou o estudo “Crédito para os pequenos em tempos de pandemia”, da FGV, que mostrou que a demanda por crédito não atendida deve somar 202 bilhões de reais, em 2020. “Considerando que apenas cerca de 7% desses 202 bilhões de reais foram disponibilizados até o momento, por intermédio dos 4 programas de concessão de crédito (FGI, Fampe, Pese e Pronampe) e, ainda, que o valor total previsto a ser disponibilizado pelo Pronampe não chega nem a 10% dos 202 bilhões de reais, é de extrema urgência um esforço ainda maior do Governo para atender aos milhares de empresários do país que não tiveram acesso ao crédito, e que estão desesperados com a situação econômica e com os rumos de seus negócios”, afirmou.

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