01/02/2021

Um morador de Apucarana reclamou nesta segunda-feira (1º) da situação em uma avenida de Apucarana e algumas vias nas imediações cuja obra de reforma em 2020 custou R$ 1.411.187,00 aos cofres públicos.

Ele encaminhou fotos ao portal 38 News da Avenida Pinho Araucária e outras ruas próximas, ao longo de bairros como Jardim Cidade Alta, Jardim Itália e outros da zona norte da cidade, nas cercanias da Sociedade Rural Nílson Alves Ribeiro, mostrando problemas estruturais graves no local, como falta de meio-fio, galeria pluvial, entre outras coisas. O apucaranense inconformado mostra que para entrar do Contorno Norte na avenida é preciso trafegar pela contramão por causa da buraqueira e, para piorar, próximo à Sociedade Rural há um enorme buraco, que pode provocar danos nos veículos e até acidentes. E nas ruas próximas sequer foram instalados meio-fio e galeria pluvial, itens básico em pavimentação.

No início de 2020 (ano eleitoral), o prefeito de Apucarana, Júnior da Femac, fez grande alarde sobre reconstrução da Avenida Pinho Araucária e vias adjacentes. Na época o prefeito de Apucarana disse que a avenida foi construída sem ao menos um sistema de drenagem e que o pavimento da “Pinho Araucária” exigia recuperação permanente por parte da prefeitura, com a colocação da galeria pluvial. Na ocasião Júnior lamentou a forma com que muitas obras foram feitas no passado. Mas após nem um ano de conclusão da reconstrução da Avenida Pinho Araucária, coordenada pelo próprio atual prefeito de Apucarana, pessoas que moram nas imediações reclamam diariamente que a situação na via pública e cercanias é péssima, com uma “buraqueira” que dificulta o tráfego de veículos e o acesso a Apucarana pelo Contorno Norte para quem vem de Arapongas, com riscos de panes mecânicas, derrapagens de veículos e acidentes. E o prejuízo sempre sobra para os donos dos veículos.

Vale reiterar que a recuperação da Avenida Pinho Araucária e ruas adjacentes teve investimento de R$ 1.411.187,00, verba essa oriunda do FGTS e que chegou via convênio com Ministério de Estado do Desenvolvimento Regional (MDR), no âmbito do Programa de Infraestrutura de Transporte e Mobilidade Urbana (Pró-Transporte) por intermédio do Programa Avançar Cidades, do Governo Federal.

E a população de Apucarana questiona com essa alta soma gasto na reforma há cerca de um ano, e porque não aciona a empresa responsável pela execução da obra, para o serviço ser refeito ?, com a palavra o prefeito Junior da Femac.

 

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