Foto: Divulgação

14/04/2022

Uma manifestação dos policiais civis do Paraná está marcada com uma paralisação de 48 horas nos dias 19 e 20 de abril. O ato de protesto tem como alvo a aprovação da lei 20/996/22, que segundo os policiais, causou distorção salarial entre investigadores e escrivães de Polícia e perdas salariais para todos os servidores da Polícia Civil.

Por conta disso, a categoria anuncia que vai realizar a Operação Legalidade, com uma paralisação de atividades de 48 horas nos dias 19 e 20 de abril.

Já o pronunciamento do deputado estadual Soldado Fruet (PROS), na segunda-feira (11/04), causou alvoroço na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) quando ele disse que o governador “Ratinho Junior” estava promovendo “desordem” no Estado ao jogar polícia contra polícia numa manifestação por melhores salários e condições de trabalho.

Segundo Fruet, da PMPR, o governador do Paraná tinha sido “covarde” diante do descontentamento dos policiais civis, militares, penais e demais servidores públicos que não viram a promessa de campanha do governador ser cumprida.

O funcionalismo público alega que desde 2016 esperar por correções salariais. Os PMs, por exemplo, afirmam que têm mais de 50% de defasagem nos soldos e reclamam de jornada excessiva. Eles também cobram horas extras do governo do Estado.

A categoria ainda cobra dos deputados estaduais do Paraná a abertura de uma CPI da Segurança para cobrar o Estado o aumento do efetivo.

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