25/05/2021

O prefeito de Apucarana, Júnior da Femac, baixou nesta terça-feira (25) o decreto nº 363/2021, que prevê novas medidas restritivas adicionais para enfrentamento do avanço da pandemia da COVID-19 no município.

O novo decreto municipal determina a suspensão do atendimento presencial ao público dos serviços prestados pela prefeitura municipal, pelo prazo de 21 dias, corridos a partir de 26 de maio de 2021 e até o dia 14 de junho de 2021.

Segundo o decreto, prioriza-se durante o referido período de restrição a adoção de meios de atendimento remoto e a realização de reuniões virtuais.

A suspensão não se aplica aos serviços essenciais abaixo:

1- Guardas Municipais e Agentes de Trânsito
2 – Monitoramento do botão do pânico
3 – Agentes de fiscalização do município
4 – Serviços de segurança do município e terceirizado
5- Pregão eletrônico
6 – Serviços de roçagem
7- Canil Municipal
8 – Recolhimento de animais de grande porte
9 – Serviços de iluminação (troca de lâmpadas)
10 – Atendimento do CRAS
11 – Centro Pop
12 – Autarquia de Serviços Funerários de Apucarana (Aserfa)
13 – Coleta de lixo

O prefeito e o Secretário Estadual de Saúde, que é de Apucarana, ao invés de fechar os setores da administração pública deveriam aumentar os leitos de UTI do Hospital da Providência e providenciar um hospital de campanha, se fosse o caso até mesmo nas instalações onde deveria estar funcionando o Hospital do Coração ou em outro prédio público. E deveria evitar “fura fila” ou furto de vacina como o caso da “falsa enfermeira” para que a fila da vacina funcione em Apucarana, para que as pessoas com comorbidades possam ter seus direitos respeitados.

 

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