20/03/2020

A Prefeitura de Apucarana confirmou a decretação do fechamento de estabelecimentos comerciais no município em razão da pandemia do Coronavírus.

A informação foi confirmada nesta sexta-feira (20) de manhã pelo prefeito Junior da Femac, junto com o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Apucarana (Siecap), Anivaldo Rodrigues da Silva, e com a presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Apucarana (Sivana), Aida Assunção.

O fechamento do comércio varejista vai ocorrer lá a partir de amanhã (21), a partir das 13 horas. Ficarão abertos farmácias, supermercados, padarias, mercearias, açougues, quitandas, revendas de água, gás, postos de combustíveis e pet shops.

De acordo com o decreto do prefeito, supermercados só poderão fazer vendas de mantimentos, devendo ficar fechados os setores de vendas de outros produtos, como eletrodomésticos, áreas de restaurante, entre outros.

Os estabelecimentos que ficarão abertos só poderão funcionar das 8h às 20h, de segunda a sábado, sem funcionamento aos domingos. Clínicas médicas e odontológicas também estão liberadas para funcionar, mas apenas para procedimentos de urgência e emergência. Nos restaurantes e bares, apenas os serviços de delivery devem continuar normalmente.

O decreto recomenda ainda que os funcionários com mais de 60 anos fiquem em casa, em trabalho remoto, assim como os funcionários dos grupos de risco. A Prefeitura de Apucarana já liberou servidores públicos que se encaixam nesse perfil.

Indústrias devem fechar os atendimentos comerciais presenciais. Obras da construção civil devem ter no máximo 25 pessoas trabalhando por turno. As forças de segurança de Apucarana deverão realizar as fiscalizações, bem como o controle de fluxo de pessoas que entra e sai da cidade.

“Conversamos com várias lideranças empresariais para tomarmos uma decisão difícil. São medidas duras, pesadas, mas são medidas importantes para serem tomadas. Estamos tomando todas as ações para interromper a circulação do vírus”, ressaltou o prefeito Junior da Femac.

O decreto tem validade de 15 dias. Em uma semana, o decreto será reavaliado e poderá ser suspenso, mantido ou ampliado, dependendo da evolução da pandemia do Coronavírus.

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