Governo do Paraná e Prefeitura de Curitiba divergem sobre doses de vacinas - Foto: Reprodução - Vanessa Rumor/RPC

05/05/2021

O secretário de Saúde Beto Preto disse que Curitiba “está fazendo remanejamento próprio das doses e não está cumprindo fielmente o Programa Nacional de Imunização (PNI)”, depois que a prefeitura informou, nesta quarta-feira (5), que não vai vacinar grávidas e puérperas por falta de vacinas.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nota ressaltando que as informações da prefeitura de Curitiba “não procedem”.

Já Prefeitura de Curitiba também divulgou nota dizendo que esperava receber, além das doses da Pfizer, mais 32 mil da Astrazeneca, previstas pelo Ministério da Saúde. A administração municipal da Capital do Paraná alega que “foi surpreendida pelo anúncio do governo estadual, de que usaria 32 mil doses de Astrazeneca para antecipar a imunização de professores de todo o Estado, desrespeitando a ordem prevista no PNI”.

Segundo o governo do Estado, Curitiba recebeu 32.760 doses da Pfizer, para o novo grupo, mas vai usar parte das doses para finalizar a imunização de profissionais da saúde e a decisão gerou polêmica.

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