20/11/2021

Policiais militares de Apucarana foram procurados, no horário do almoço deste sábado (20), por um homem que afirmou ter sido vítima de estelionato praticado por um ex-funcionário em Londrina, onde o mesmo comprou R$ 16 mil reais em barras de ferro usando assinatura do ex-patrão e fraudando outros documentos.

A PM apreendeu a mercadoria comprada por meio de fraude, que foi trazida de Londrina para Apucarana, e encaminhou as barras de ferro à 17ª Subdivisão Policial (SDP) para as providências por parte da Polícia Civil. Um boletim de ocorrência com a natureza “estelionato/receptação” foi registrado pela PM. O tenente Ricardo falou ao repórter Lucas Leal, do Canal 38, sobre a situação.

“Uma de nossas equipes foi abordada por um senhor próximo ao horário do almoço e esse senhor relatou aos policiais que havia sido vítima de estelionato por parte de um ex-funcionário seu. Tal cidadão acabou realizando uma compra de R$ 16 mil reais em barras de ferro e vergalhões lá no município de Londrina junto a uma empresa utilizando da assinatura da vítima, no caso, e fraudando outros documentos.

A vítima acabou entrando em contato com um vendedor, que passou onde havia sido entregue esse material em Apucarana. De posse dessas informações a equipe se deslocou até o local onde estavam essas barras de ferro e logrou êxito em localizar o material juntamente com o receptador das mercadorias. Lógico que o receptador alegou que seu amigo pediu para ele guardar apenas uns dias esse material, que na sequência ele iria retirar

Diante dos fatos, a equipe solicitou apoio de um caminhão para que fosse encaminhada toda esta mercadoria até a Delegacia para providências. É uma situação bem confusa; a gente está encaminhando a situação por receptação e estelionato porque o autor, no caso, acabou fraudando o documento do senhor (ex-patrão), até mesmo a assinatura para realizar a compra. Logicamente que o material não vai ficar apreendido na Delegacia, pois é uma quantidade muito grande que está sendo apresentada na Delegacia e o delegado vai tomar as providências cabíveis”, disse o tenente Ricardo.

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