06/12/2019

O táxi GM Cruze com placas de Apucarana que se envolveu em acidente de trânsito com uma van por volta das 21 horas de quinta-feira (5), na rua São Paulo, foi abandonado nas prproximidades do Colégio São José, na Vila Feliz, em Apucarana, já estava circulando de forma irregular.

O veículo táxi possui um bloqueio administrativo do Instituto de Desenvolvimento, Pesquisa e Planejamento de Apucarana (IDEPPLAN), lavrado em 01/10/2018, através do auto 274250 – A000053912, mas mesmo assim continuava circulando na cidade, mesmo estando em um ponto próximo a prefeitura na área central da cidade. O dono da van envolvida no acidente ficou revoltado com a situação.

O bloqueio administrativo do automóvel tem como base o artigo 237 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – “Transitar com o veículo em desacordo com as especificações, e com falta de inscrição e simbologia necessárias à sua identificação, quando exigidas pela legislação: punição – Medida administrativa – retenção do veículo para regularização.” Mas o  IDEPPLAN não fez nada para resolver a pendência.

O motorista do táxi que se evadiu do local do acidente abandonando o GM Cruze danificado no meio da rua foi preso em maio deste ano por embriaguez ao volante, após causar um acidente de trânsito. Tal taxista já foi identificado pela Polícia Militar (PM), mas seria ‘protegido’ do ex alcaide da cidade. O carro foi deixado em via pública até a manhã deste sábado.

Retirada do carro – O agente de trânsito Pontin tomou providências para retirar o táxi GM Cruze acidentado da via pública na manhã desta sexta-feira (6). “Colocamos o carro em local seguro usando guincho para evitar mais acidentes. Já o motorista do táxi vai receber notificação pelo abandono do veículo em via pública”, disse Pontim ao repórter Juarez Rocha, do Canal 38.

Por fim, é importante salientar que o veículo já havia sido apreendido quando o taxista se envolveu em acidente de trânsito na área central da cidade, oportunidade em que acabou sendo preso pela PM por embriaguez ao volante.
Dessa forma, o motorista já estaria com o direito de dirigir suspenso e não foi tomada nenhuma providência, o que corrobora com o a denúncia de que existe favorecimento, com a palavra Carlos Mendes, superintendente do Idepplan.

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