26/09/2021

O setor de Tecnologia da Informação (TI) ganha mais espaço no mercado a cada ano. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada no começo deste ano pelo jornal Valor Econômico, os serviços do segmento quase dobraram de tamanho entre 2012 e 2020.

Há nove anos, a área mantém crescimento anual ininterrupto. Junto ao crescimento do setor está atrelado o aumento da demanda por profissionais qualificados em diferentes áreas. No entanto, o segmento sofre com a falta de mão de obra especializada.

Segundo Robinson Patroni, empresário e presidente da Software by Maringá, entidade de classe que reúne empresas de desenvolvimento de software da região, uma das causas da falta de profissionais é a baixa na formação de mão de obra percebida pelo setor nos últimos anos.

“Maringá tem se destacado no cenário nacional como polo de software e hoje a procura por profissionais capacitados é global. O ponto positivo é que vemos que o nosso mercado é atrativo para empresas do mundo todo, que nos veem com a possibilidade de fornecer mão de obra de qualidade. Contudo, temos o ponto negativo, que começa a faltar mão de obra, ou perdermos mão de obra em virtude de um aumento nos valores pagos a alguns profissionais e que não é condizente com a realidade de muitas organizações, mesmo nossas empresas tendo salários muito atrativos e acima da média da maioria”, destaca.

De acordo com ele, na contramão, o trabalho das empresas se intensifica na tentativa de qualificar potenciais profissionais e abastecer o mercado interno. “A dificuldade no presente momento é pelo aquecimento e uso cada vez maior da tecnologia pelas organizações, algumas pela franca expansão de seus negócios, outras porque acordaram um pouco tarde e precisam voltar a se posicionar no mercado. A formação de mão de obra teve uma diminuição ao longo dos últimos anos e estamos em diversas frentes tentando recuperar”, acrescenta. Fonte: Monique Manganaro//gmconline.com.br

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