17/02/2020

Uma “brincadeira” perigosa e que teve vídeos viralizados em todo o País nos últimos dias gerou muita apreensão.

Alguns colégios já divulgaram orientações sobre o chamado “desafio da rasteira” e têm realizado ações junto aos estudantes e também aos pais e responsáveis como forma de prevenir que casos aconteçam dentro ou fora das unidades de ensino. Um vídeo divulgado nas redes sociais, pela Polícia Militar de Apucarana, chama a atenção para o perigo da tal “brincadeira”, teve uma ampla repercussão.

O tal desafio ocorre em trios e a pessoa posicionada ao meio não sabe que será derrubada. Os outros dois participantes localizados nas pontas incentivam a vítima a pular o mais alto que puder. E, assim que isso acontece, as duas pessoas da ponta chutam os pés de quem está no meio ainda no ar, fazendo com que ela caia de costas e de cabeça para trás sofrendo forte impacto. Os vídeos que viralizaram nas redes sociais mostram jovens caindo violentamente. Alguns parecem ficar desacordados após o golpe.

Os riscos de grave traumatismo craniano, trauma de coluna e até de morte são altos, porque a pessoa não espera cair e os sentidos protetores naturais e que amorteceriam uma possível queda ficam prejudicados. Em novembro de 2019, na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, uma garota de 16 anos participou de uma brincadeira parecida e morreu com traumatismo craniano. O golpe pode ainda causar fraturas e lesões ligamentares na coluna cervical.

Traumas, lesões e morte – Diversas sãos as consequências do que, em um primeiro momento, pode ser encarado como uma brincadeira inofensiva. Além do traumatistmo, há risco de hemorragia intracraniana, que pode não ser percebida de forma imediata, mas que facilmente leva a pessoa a alterações que podem resultar em morte. O golpe pode ainda causar fraturas e lesões ligamentares na coluna cervical.

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